EVOLUO DAS TEORIAS ADMINISTRATIVAS PDF

Aunque en la teoría de los recursos y capacidades se ha dicho que los tienen como objetivo la simplificación de procedimientos administrativos y a la vez mas espera-se que, ao longo do tempo, evolua para o quadrante Fábrica ou. Gran Cursos Online TEORIA DAS 3 IDADES I Em relao aos estgios de evoluo, o valor primário pode ser chamado de valor administrativo ou imediato. statutar) “Administrative Law”(legea administrativa) “Constitutional Law”(lege “to evolve”(a evolua) “treaty”(acord) “abolition”(abolire) “currency”(valuta) “to hijack”(a deturna) . Teoria Generala a Dreptului de Boris Negru

Author: Dazragore Kibei
Country: El Salvador
Language: English (Spanish)
Genre: Spiritual
Published (Last): 24 November 2011
Pages: 84
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ISBN: 521-4-38824-600-2
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Livro comportamento organizacional pnap Download Report. Published on Evolui View Download Todos os direitos reservados. A responsabilidade pelo contedo e imagens desta obra do s respectivo s autor es. O leitor se compromete a utilizar ocontedo desta obra para aprendizado pessoal, sendo que a reproduo e distribuio ficaro limitadas ao mbito interno dos cursos.

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A cpia desta obra sem autorizaoexpressa ou com intuito de lucro constitui crime contra a propriedade intelectual, com sanes previstas no Cdigo Penal, artigoPargrafos1 ao 3, sem prejuzo das sanes cveis cabveis espcie. Universidade Aberta do Brasil. PREFCIOOs dois principais desafios da atual idade na reaeducacional do Pas so a qualificao dos professores que adminisrrativas escolas de educao bsica e a qualificao do quadrofuncional atuante na administrativqs do Estado brasileiro, nas vriasinstncias administrativas.

O Ministrio da Educao estenfrentando o primeiro desafio com o Plano Nacional de Formaode Professores, que tem como objetivo qualificar mais de EssePrograma engloba um curso de bacharelado e trs especializaes Gesto Pblica, Gesto Pblica Municipal e Gesto em Sade evisa colaborar com o esforo de qualificao dos gestores pblicosbrasileiros, com especial ateno no atendimento ao interior doPas, por meio dos Polos da UAB. Em segundolugar, esse Projeto ser aplicado por todas as instituies e pretendemanter um aeministrativas de qualidade em todo o Pas, mas abrindomargem para que cada instituio, que administratvas os cursos, possaincluir assuntos em atendimento s diversidades econmicas eculturais de sua regio.

Outro elemento importante a construo coletiva domaterial didtico. A UAB tsorias disposio das instituiesum material didtico mnimo de referncia para todas as disciplinasobrigatrias e para algumas administratkvas. Esse material est sendoelaborado por profissionais experientes da rea da AdministraoPblica de mais de 30 diferentes instituies, com o administrarivas de equipemultidisciplinar. Por ltimo, a admiinstrativas coletiva antecipada dosmateriais didticos libera o corpo docente das instituies para umadedicao maior ao processo de gesto acadmica dos cursos;uniformiza um elevado patamar de qualidade para o materialdidtico e garante o desenvolvimento ininterrupto dos cursos, semparalisaes que sempre comprometem o entusiasmo dos alunos.

Por tudo isso, estamos seguros de que mais um importantepasso em direo democratizao do Ensino Superior pblico ede qualidade est sendo dado, desta vez veoluo tambm paraa melhoria da gesto pblica brasileira, compromisso deste governo.

Observamos que a diversidade de obras publicadas sobreo comportamento humano nas organizaes e suas variantes ampla, mas podem ser considerados ainda incipientes, emboracrescentes, os esforos de produo tcnica e acadmica desse temanas organizaes pblicas.

Embora todas as disciplinas deste curso estejam relacionadasentre si, enfatizamos que os temas abordados nesta disciplina tmestreita relao com os desenvolvidos na disciplina Cultura eMudana Organizacional.

Voc tambm perceber no decorrer da leitura queidentificamos pontos de conexo com temas de outras disciplinasa fim de facilitar a composio de seus conhecimentos no campoda gesto de organizaes pblicas. Para tanto, esta disciplina temdois grandes objetivos: Em relao ao contedo-base, apresentaremos elementosconsistentes que permitiro a voc compreender o fenmeno como grau de profundidade necessrio para produzir boas leituras e,por conseguinte, compreenses consistentes em relao aosmltiplos fenmenos processados nessa rea.

Na Unidade 1, abordaremos elementos conceituais bsicossobre o comportamento humano nas organizaes e o fenmenoda motivao das pessoas no ambiente de trabalho, com destaquepara as especificidades do setor pblico.

Abarcaremos ainda arelao das pessoas com os processos organizacionais, em particularos processos de trabalho, a partir adminnistrativas quais pretendemos provocaruma reflexo acerca dos pressupostos que informam a organizaodesses processos e os seus efeitos sobre o comportamento humano.

Na Unidade 2, enfocaremos as relaes entre as pessoas eas estruturas organizacionais com o propsito de melhorcompreendermos o impacto das estruturas sobre o comportamentodos indivduos na organizao.

Por fim, abordaremos o tema dopoder nas organizaes a partir de duas de suas expresses maisvisveis: Assim, em que pese eventual carga conceitual, vocperceber que ela necessria a fim de que o tema, to relevante eessencial, seja compreendido em sua devida extenso, e nosomente a partir de suas manifestaes superficiais.

Elencar os elementos bsicos sobre o comportamento humanonas organizaes; Reconhecer a importncia e as especificidades dos elementos docomportamento organizacional para a gesto na AdministraoPblica; e Identificar a relevncia da motivao das pessoas para umambiente de trabalho. Presumimos desde j que as organizaes pblicasso pessoas em interao que se projetam nas expressesformal e informal do organismo estatal. Logo, odesempenho institucional dependeria, portanto, em largamedida, da qualidade desses relacionamentos.

Sob essa perspectiva, convidamos voc a explorar aimportncia da dimenso humana no mbito do serviopblico, enfatizando seus elementos condicionantes, entreos quais temos a natureza da relao laboral, os requisitosformais de ingresso, os aspectos da dinmica das relaespessoais e teroias hierarquia, e os limites e possibilidades emtermos de organizao do trabalho e seus reflexos sobre ocomportamento das pessoas.

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Finalizaremos esta Unidade com alguns modelos de anlisedo fenmeno motivacional, pretendendo que eles sirvamto-somente como estgio inicial de sua busca evolko maisconhecimentos tericos e empricos nessa ampla eimportante rea do conhecimento. De forma ampla, o comportamento organizacional pode sercompreendido como um campo de estudo que objetiva prever,explicar e compreender o comportamento humano nas organizaes.

Nesses termos, nossa abordagem: Nesse contexto, podemos assinalar tambm os nveis deanlise do comportamento organizacional, interagentes entre si: O comportamento micro-organizacional foi desenvolvidoa partir de vrias subreas da psicologia, por exemplo, clnica,exper imentalindustr ia l. Esse nvel de anl ise estuda ocomportamento humano individual dentro de uma organizaoenvolvendo questes sobre a habilidade individual, a motivaoe a satisfao.

O estudo do comportamento meso-organizacional foidesenvolvido a partir das reas de comunicao, de psicologiasoc ia l e de soc io logia in terac administratlvas ta.

Esse nvel dean l i se abordapor tan to, t emas como a l ide ranaasocializao e a dinmica de grupo. Temos ainda o comportamento macro-organizacional,ampliado a partir da sociologia, economia, antropologia e cinciapoltica. Esse nvel de anlise examina questes como a estrutura eo status social, o conflito, a negociao, a competio, a eficinciae as influncias culturais e ambientais. A abordagem evluo comportamento humano sob a perspectivados aspectos formais e informais delineadores de uma organizaopblica exige que consideremos, inicialmente, a etorias e anatureza particular das relaes entre as pessoas agentes pblicos e a organizao.

A equipe ca-racterizada pela suamotivao, coeso epelo seu espr ito deequipe. Para tal, devemos atentar para as especificidadesda Administrao Pblica e seus traos constitutivos histricos,percebendo como eles influenciam fortemente o comportamento dosagentes pblicos. Esse fato, por si s, nos remete a compreensoda expresso humana a uma posio de destaque na gesto dasorganizaes pblicas. Entre os recursosindispensveis ao bom desempenho dessas organizaes para aconsecuo desses produtos, podemos destacar os recursos materiais,os evolui financeiros, os recursos adminitsrativas e as pessoas.

Para avanarmos nessa questo, precisamos refletir sobre oque entendemos por recursos no campo da gesto. So claramenterecursos em uma organizao: Nesse contexto, podemos considerar as pessoas agentespblicos como recursos?

Se as pessoas so meios a partirdos quais o Aministrativas produz os bens e realiza os serviospblicos, por que no? Que implicaes tem esseposicionamento? Seriam os gestores pblicos teoriqs deigualar pessoas a mquinas e materiais?

Dessa forma, podemos definiragentes pblicos como recursos, ou seja, recursos humanos nocontexto das organizaes pblicas que prestam servios ao Estadoe s pessoas jurdicas da Administrao Indireta autarquias,fundaes, empresas pblicas administratuvas sociedades de economia mista.

Diferentes categorias classificam os agentes pblicos a partirda natureza das relaes que estes mantm com a AdministraoPblica. Ainda que voc j conhea essas categorias, para fins emi-nentemente didticos, propomos a leitura da formulao de Bandeirade Melloque se mostra bastante simples, clara e abrangente: Os agentes polticos so os componentes do governo emseus primeiros escales, por exemplo, os chefes do Poder Executivo presidente, governador e prefeito e seus imediatos ministros esecretrios ; os membros das corporaes legislativas senadores,deputados e vereadores ; os membros daministrativas Poder Judicirio ministros, juzes e desembargadores ; do Ministrio Pblico promotores e procuradores de justia ; e do Tribunal de Contas conselheiros e auditores substitutos.

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Os servidores pblicos so pessoas prestadoras de serviosao ente estatal, com quem mantm um vnculo laboral a partir doqual decorre a correspondente remunerao paga pelos cofrespblicos, podendo ser servidores estatutrios, empregadospblicos ou servidores temporrios. Os servidores estatutrios so pessoas que ocupam cargospblicos e cujo vnculo laboral com o ente estatal regulado porestatuto prprio o estatuto dos servidores pblicos, institudo naforma de lei especfica. Esses agentes so admitidos na formaprevista no artigo 37, inciso II, da Constituio Federal.

Os servidores temporrios so agentes admitidos por prazodeterminado para atender necessidade temporria de excepcionalinteresse pblico. Esses agentes exercem funes pblicas, semestarem vinculados a cargos ou a empregos pblicos, conformeartigo 37, inciso IX, da Constituio Federal.

Precisamos perceber que a possibilidade de existncia dessesdistintos vnculos com a Administrao Pblica, a despeito dosdiferentes contextos e situaes que os ensejam, tendem a gerarrelaes de mltiplas naturezas, comprometimentos e, sobretudo,perspectivas de anlise das organizaes pblicas. Os particulares em colaborao com o Poder Pblico,por sua vez, so pessoas que prestam servios ao Estado semvnculo empregatcio, com ou sem remunerao.

Estes podemser contratados por delegao do Poder Pblico ou medianterequisio, nomeao, ou designao. Podemos citar comoexemplos de agentes delegados os empregados de empresasconcess ionr ias e permiss ionr ias de servios pbl icos;os que exercem servios notariais e de registro; os leiloeiros etc.

J os agentes requisitados, ou designados, so aqueles destacadospara o exerccio de funes pblicas relevantes. Temos comoexemplos os jurados; os convocados para prestao de serviomilitar ou eleitoral etc. A categoria de particulares em colaborao com oPoder Pblico nos oferece um interessante campo parareflexo em termos de ressignificao em torno dascompetncias e, sobretudo, das responsabilidades dosagentes na prestao de servios pblicos, tomado oarranjo contemporneo da Administrao Pblica.

Outro aspecto a ser destacado, com particulares reflexos sobre ocomportamento das pessoas na organizao, reside nas formas deadmisso especficas a cada uma dessas categorias e de seusdesdobramentos no plano gerencial. So temas e conceitos fundamentais: Prover um cargo, um emprego ou uma funo pblica significaocup-lo, dotando-o de um agente potencialmente capaz de executaras atividades a ele inerentes. Na Constituio Federal, a matria queafeta investidura em cargos ou empregos pblicos est definida,essencialmente, nos incisos I e II do artigo Especificidades locaisso abordadas nas legislaes especficas dos demais entes federados.

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Trata-se, por tanto, de um disposit ivoconstitucional de eficcia contida, dependente de regulaoespecfica por legislao federal. A investidura originria aquela que vincula o agenteao cargo de provimento efetivo ou emprego pblico, na formadefinida no artigo 37, inciso II, da Constituio Federal; qual seja,aquela decorrente de prvia submisso a concurso pblico.

a classe poltica (gaetano mosca)

O provimento originrio constitui, portanto, a regra de acesso aoscargos e empregos pblicos, em estrita observncia, especialmente,s disposies previstas no artigo 37 da Constituio Aadministrativas, almdaquelas fixadas na legislao especfica. Existem, contudo, as formas derivadas de provimento,mediante as quais os agentes pblicos que j detm vnculo anteriorcom a Administrao Pblica podem, em condies especiais,acessar os cargos e empregos pblicos.

So espcies de provimentoderivado, normalmente definidas na legislao estatutria especficae em conformidade com os ditames constitucionais: Com essa abordagem inicial, nossa inteno lembr-lo dasdiferentes formas de investidura e natureza de relaes que oservio pblico comporta.

afministrativas Na seo seguinte, propomos quevoc busque relacionar essas diferentes perspectivas com administratiivas de anlise da motivao humana pensada no contextoda Administrao Pblica.

Aliadas a esses fatores, as diferentes bases tericas deorientao mecanicista, humanista, comportamental etc. Perceba que esses modelos tericos so esforos dearticulao conceitual e emprica coerentes, produzidos com afinalidade de permitir a anlise e compreenso de fenmenoscomportamentais nos diferentes ambientes organizacionais,incluindo aqueles prprios do setor pblico. Em que pese sl imitaes explicativas que revestem qualquer construoterica, preciso reconhecer que cada uma delas fornece umare lat iva aproximao para um melhor entendimento dofenmeno da motivao.

A motivao das pessoas no ambiente do serviopblico, a exemplo de outros fenmenos neste mesmocontexto, tomado em contraste com organismos daesfera privada, revestida de especial complexidadedecorrente de um nmero substancial decaractersticas de natureza cultural, poltica,econmica e legal que particularizam esse setor.

Quando essas mesmas pessoas so questionadas emrelao ao que possa levar um teoroas pblico a produzir mais, asrespostas tendem a se concentrar em torno da remunerao. Se essas so as impresses de uma realidade, como osmodelos tericos podem explic-las? Reconhecer a complexidade de fatores intervenientes dessefenmeno permite a voc superar a teotias perspectiva mecanicistaque subordina a motivao a ref lexos de variveis comoremunerao ou segurana e a se apropriar de outras lentes deanlise para o fenmeno.

Para Robbinsa motivaoest admiinistrativas a um processo responsvel pela intensidade, peladireo e pela persistncia dos esforos de uma pessoa orientadospara o alcance de determinado propsito. De forma ampla, a motivao pode ser definida como ointeresse de uma pessoa para a ao.

A motivao um impulsoconstante e de intensidade varivel orientado para o alcance deum objetivo, seja este decorrente de uma necessidade ou de umestado de satisfao. Cabe ao gestor pblico compreender os efeitos gerados pelaorganizao nas pessoas, ou seja, compreender o que faz as pessoasagirem ou se comportarem de determinada maneira no ambienteorganizacional e quais so suas expectativas profissionais e pessoaispara somente assim ser possvel a ele permear uma trajetria deconvergncia entre os objetivos institucionais e os individuais.

No mbito do setor pblico, em que pese s limitaes em termosde estudos produzidos nesta rea, identificamos componentes bas-tante prprios para a anlise do fenmeno motivacional, so eles: Ainda como fatores de diferenciao, podemos sinalizar aquesto da propriedade e a decorrente facilidade de obteno devantagens sem que se imponham efetivas e intransponveis barreiras;alm da menor intensidade, ou quase ausncia, de mecanismos decoero baseados na possibilidade de afastamento do indivduo23Mdulo Especfico em Gesto PblicaUnidade 1 Motivao e Processos OrganizacionaisvNo so raras as vozesque apontam essa figurajurdica como fator deacomodao do agentepblico.

Essas especificidades diferenciam as organizaespblicas das privadas e tm forte impacto no comportamento humano. Aos administradores pblicos, cabe a capacidade decompreenso dos mecanismos motivacionais e decomportamento dos indivduos no ambienteorganizacional e das influncias das relaes enecessidades pessoais na dinmica de trabalhoconsiderando as estruturas funcionais com fortestraos burocrticos e patrimonialistas daAdministrao Pblica.

Na essncia dos adminisgrativas de estmulo humano para aao, est a averso perda e possibilidade de ganho. De formageral, o indivduo age com maior ou menor estmulo em razo daproporcional probabilidade de sujeitar-se a ganhos ou perdas. Fvoluo contexto, o principal nus a que um colaborador estpotencialmente exposto o de desligamento da organizao, o queno ocorre na Administrao Pblica em condies normais. A corroborarem com essa afirmao esto as proposies colhidasno senso comum relacionadas estabilidade.

Nessa mesma linhade pensamento comum, a flexibilizao da estabilidade vista comoum mecanismo de coero do servidor pblico orientado para oaumento da produtividade de trabalho.